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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

ISSO É GENIAL !!!!!!

            Que invenção geniosa...larvicidas...praguicidas....carro-fumacê...tudo no combate a um mosquito que mede ai por volta de 0,5 cm..Olha que às vezes ele dá em nós ....(humanos).
             Agora acabou o problema.(mais uma tentativa..kkkk)..      MOTO-FOG.
             Imaginem uma moto fumaciando pela cidade , não com oleo queimando mas com praguicidas para matar o mosquito da Dengue....Seria legal se inventassem cigarros com praguicidas, a própria fumaça mataria o mosquito(e também você)...

mas por outro lado seria muito pratico para  a aplicação......e o custo também barato!!!
          Bom veja o video ai......quem sabe aqui em Penápolis possamos usar uma dessas....
video
site do produto -http://www.motofog.com.br/

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

SÓ FALTAVA ESSA!!!!!

É PAPAI NOEL TEM MAIS SERVIÇO PARA VOCÊ...ALÉM DOS PRESENTES ,AINDA TEM QUE COMBATER A DENGUE......AAA PARA OUHHHH!!!
QUE É ISSO...TA ESCULACHANDO....O PESSOAL , É NÓS MESMOS QUE CONTROLAMOS EM CASA ,NOS QUINTAIS......SÓ FALTA O PAPA DISTRIBUIR EM VEZ DE HÓSTIA CAMISINHAS PARA O POVO.....
  VEJA A MATERIA----http://www.noticiasdegoias.go.gov.br/index.php?idMateria=93224

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

livro...




Tai um livro escrito pelo Professor , Médico Veterinário e chefe do Serviço de Vigilância Epidemiológica e Sanitária de Penápolis.... excelente ferramenta para ajudar o jovem na decisão de seguir ou não esta profissão. Livro sobre a profissão do médico veterinário, com todas suas nuances, suas atividades profissionais, grade curricular de graduação, mercado de trabalho e considerações sobre a normatização da profissão.
Vale a pena adquirir ...


link da editora - http://www.clubedeautores.com.br/book/35292--MEDICINA_VETERINARIA_

domingo, 12 de dezembro de 2010

NOVA DOENÇA TRANSMITIDA PELO AEDES CHEGA AO BRASIL




Três brasileiros já tiveram a febre Chikungunya
Foto: Getty Images

A identificação de três casos de doença provocada por um vírus que jamais circulou no Brasil colocou o Ministério da Saúde em alerta. Sobretudo porque ela é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue. A entrada do vírus da febre Chikungunya no País ocorre num momento em que o número de Aedes é elevado em diversos locais. E em que epidemia de dengue, no Rio e em outras cidades, não está descartada.
Segundo o ministério, de agosto a novembro três brasileiros - um carioca da Barra e dois moradores de São Paulo - tiveram a febre Chikungunya. Tida do que a dengue - devido à quantidade menor de casos fatais - a Chikungunya se caracteriza por febre alta e dores intensas nas articulações das mãos e pés, que podem se prolongar por até um ano, impossibilitando a pessoa de desenvolver sua rotina.
"Tivemos três casos importados. Tudo leva a crer que não houve transmissão no País. Todas as medidas de prevenção, como a busca de focos de mosquito nas proximidades das residências dos pacientes, aplicação de fumacê e rastreamento de novos casos foram feitas", afirmou o coordenador do Programa de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho.
Uma das preocupações das autoridades é que, devido ao grande número de criadouros do Aedes, a doença se instale no País. "A presença do mosquito nos deixa vulneráveis. Quanto menos Aedes nas casas e nos espaços urbanos, menor o risco. Não há vacina contra o Chikungunya".
Os dois homens - um carioca de 41 anos e outro paulista de 55 - voltaram da Indonésia contaminados. O morador do Rio tinha ido ao país asiático surfar. Uma mulher, também paulista, de 25 anos voltou da Índia. A notificação de casos ao ministério é obrigatória e imediata, em até 24 horas.
"Estamos intensificando a vigilância para detectar possíveis novos casos. Nos reunimos com diversas sociedades médicas para alertar. E pedimos que as pessoas que chegarem dos locais em que há transmissão do vírus e tiverem febre procurem hospitais. A auto-medicação não é indicada", afirma Giovanini.
Em fase de transmissão
Dois dos três pacientes que chegaram ao Brasil com a Chikungunya, um do Rio e um de São Paulo, estavam em fase de transmissão da doença. Ou seja, se fossem picados por um Aedes, eles contaminariam o inseto, que poderia infectar outras pessoas.
Os sintomas da doença aparecem de três a sete dias depois de o paciente ser picado pelo mosquito contaminado. Durante os primeiros cinco dias dos sintomas, se o paciente for picado pelo Aedes aegypti, ele transmite o vírus para o mosquito.
Confira o que fazer para evitar proliferação do mosquito
Caixas d'água
Devem ficar vedadas. Não devem ser cobertas por plástico ou calha porque esses materiais podem acumular água e servir de criadouros.
Calhas
Devem ficar limpas e sem pontos de acúmulo de água. Folhas secas precisam ser retiradas para que a água não fique retida.
Lajes e marquises
É importante manter o escoamento sempre desobstruído e sem depressões que possam causar o acúmulo de água.
Fossos de elevador
A recomendação é verificar uma vez por semana e bombear caso haja água acumulada.
Em casa e no trabalho
A tampa dos vasos sanitários deve ficar fechada. Em banheiros pouco usados, deve-se dar descarga ao menos uma vez por semana para evitar surgimento de focos.
As bandejas do ar-condicionado e da geladeira também precisam ser verificadas: alguns modelos acumulam água que pode virar foco do mosquito.
Não deixe água acumulada em pratinhos de planta. Coloque terra nos vasos